3 de agosto de 2012

Não Sei...


Só quando tu voltares
eu vou abrir as janelas da minha casa,
eu vou aos nossos lugares...

Hoje, se me ouvires cantar,
todas as palavras, todos os sons,
servem para te procurar

Um dia, sem te aperceberes, ensinaste-me que até um banco de jardim tem a sua poesia...
Aprendi que cada flor tem o seu cheiro
e que mesmo suave, arrepia a pele mais macia...

Sonhei, sonhei demais, sempre demais
espalhei os meus sonhos
pelos sitios onde vais...

Nenhuma morte apagará cada beijo
cada olhar, cada toque, nas casas, nas ruas, nos corredores
por onde larguei de ti o meu desejo

Como eu te amo...

E se por razão alguma eu não te amasse assim
eu faria Amor com as palavras,
eu faria tudo isto apenas porque sim!

Ou apenas porque sem ti esta palavra não seria mais do que uma pobre alma despida
Porque depois de ti não existe razão, não existe uma Vida

e nada eu conheço, nada eu vi...
Depois do teu nome, depois do dia em que te conheci...




Da minha boca para a tua boca
Do meu Coração para o teu


Ser Jovem
O Significado das Coisas