"Devo-te tanto como um pássaro
deve o seu voo à lavada
planície do céu.
Devo-te a forma
novíssima de olhar
teu corpo onde às vezes
desce do pudor o silêncio
de uma pálpebra mais nada"
deve o seu voo à lavada
planície do céu.
Devo-te a forma
novíssima de olhar
teu corpo onde às vezes
desce do pudor o silêncio
de uma pálpebra mais nada"
(Vitor Matos e Sá)
1926-1975
Ser Jovem
O Sopro e as Ideias de Liberdade